
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Equinócio de Outono

sexta-feira, 29 de agosto de 2008
A curva da Terra

quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Os Eclipses Lunares | Classificação e Efeitos de Óptica
Diagrama de um eclipse lunar. (Fonte: Wikimedia)
Diagrama de um eclipse lunar. (1) Lua Cheia, (2) Eclipse Penumbral, (3) Eclipse parcial e (4) Eclipse total. (Fonte: Wikimedia)
A velocidade da Lua pelo cone de sombra da Terra é de 1 km por segundo (sensivelmente) o que garante que a fase de totalidade de cada eclipse não dure mais que 107 minutos e o tempo do primeiro e do último contacto com a sombra da Terra seja, no máximo, de 3,8 horas. Existe um factor que deve ser considerado quando se espera um eclipse lunar de grande duração: a distância da Lua à Terra.
Eclipse total da Lua. (Fonte: Wikimedia)

Refracção da luz solar na atmosfera terrestre ao longo do cone de sombra do planeta azul. À medida que a Lua entra no cone de sombra da Terra, o nosso planeta funciona como um projector gigante em que a Lua é a tela. A luz solar ao entrar pelas camadas mais baixas da atmosfera terrestre terá que passar por uma maior densidade atmosférica fazendo com que apenas os vermelhos sejam refractados, projectando-se na Lua. As imagens de cima correspondem à entrada da Lua no cone de sombra da Terra. É possível que, aquando de perigeu a Lua se encontre suficientemente perto para ser tocada pela zona completamente escura do cone de sombra criando um eclipse muito mais escuro e menos vermelho. As imagens de baixo correspondem à visão que um observador na Lua teria do eclipse: na realidade, para ele tratar-se-ia de um eclipse do Sol. (Fonte: wikipedia)
Diferentes aparências da superfície lunar durante um eclipse total da Lua. (Fonte: Wikimedia)
Uma última curiosidade: Os astrónomos da Grécia Antiga foram os primeiros a considerar que o nosso planeta era esférico devido à projecção do limbo da sombra (que era sempre curvada) na superfície lunar. De facto, os eclipses permitiram conceber uma noção clara de interligação e conexão entre os astros do sistema solar muito antes do estabelecimento e aceitação das leis de Newton.
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* visualizar explicação no próximo post.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Eclipse Parcial da Lua de 16 de Agosto de 2008
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
As Perseidas
Este ano, se as condições atmosféricas assim o permitirem, com a lua em quarto crescente, o céu depois da meia-noite, uma da manhã, encontra-se livre da 'poluição luminosa lunar', o que facilitará a observação precisa deste fenómeno.
Chuva de estrelas Perseídas com a Via Láctea como pano de fundo. (Fonte: Stephan Seip)
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Cassiopeia
Cassiopeia. (Fonte: Wikimedia)
A constelação da Cassiopeia como pode ser observada no céu nocturno. As principais estrelas encontram-se nomeadas bem como o asterismo em W que define de forma marcada a imagem da constelação. (Fonte: Autoria do blog)

Enxame estelar aberto Messier 52. (Fonte: Wikimedia)
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Há Água em Marte
segunda-feira, 21 de julho de 2008
(τ) Tau Ceti

Constelação da Baleia com a estrela Tau Ceti assinalada. (Fonte: Autoria do Blog)
Contudo, Tau Ceti é uma estrela muito mais 'sossegada' do que o nosso Sol. A estrela não apresenta a mesma quantidade/tipo de actividade solar. Apesar de apresentar estas diferenças, as semelhanças nas diferenças aproximam as duas estrelas.
O Sol (à esquerda) apresenta muito mais actividade do que Tau Ceti (à direita), contudo este último é um bom candidato para os programas de pesquisa de vida fora do nosso Sistema Solar. (Fonte: NASA)
sábado, 19 de julho de 2008
Os mistérios de Omega Centauri

Enxame globular de Omega Centauri. O enxame é tão brilhante que é visível a olho nú, a prova disso é mesmo o seu nome: o enxame foi catalogado pelos antigos como sendo uma estrela. (Fonte: NASA)
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Observatório Astronómico de Fronteira

Observatório Astronómico de Fronteira. (Fonte: Astrosurf)
O observatório encontra-se equipado com um planetário, uma área de arqueologia, biofísica, geologia e outra dedicada às energias renováveis. O espaço contém também um jardim dedicado à Astronomia, uma biblioteca, uma sala para pernoitar e uma sala de leitura. Mas a pérola vai mesmo para a cúpula do observatório.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Água em Marte
Possível imagem de Marte com oceanos e com vida vegetal, se as condições que existiram tivessem sido outras. (Fonte: NASA)

Possível delta de um rio marciano à beira da cratera Jezero. Podem-se visualizar formações relacionadas com a deposição de sedimentos no delta do rio, exactamente como acontece nos rios terrestres. Cores alteradas para estudar a diferente composição química das rochas na cratera. (Fonte: NASA)
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Constelações, Asterismos e a breve História do Mundo

Ursa Maior é uma constelação em que existe um conjunto de estrelas facilmente identificável, i.e. Asterismo, limitada na área da abóbada celeste (linha amarela a tracejado), além das estrelas são também identificados como parte da constelação vários objectos do céu profundo como galáxias. (Fonte: Wikimedia)
A constelação é, também, uma ideia enviesada pela nossa posição permanente na terra: as estrelas que formam uma constelação não se encontram (necessariamente) dispostas a distâncias idênticas em relação à Terra. Isto trata-se de uma questão de perspectiva. O que se passa é que as estrelas encontram-se na mesma direcção do céu com que as observamos aqui na Terra. E, de facto, se pudéssemos viajar para um sistema solar diferente do nosso veríamos que todos os asterismos encontrados iriam progressivamente desaparecendo, exactamente porque este é um conceito antropocêntrico.
Ursa Maior com as sete principais estrelas. (Fonte: Autoria do blog)
Ainda sobre as constelações e juntando um pouco de Arqueologia à Astronomia - a Arqueoastronomia - , desde 13 000 a.C. que se imaginam as constelações (pelo menos desde que existem registos históricos - como as pinturas nas cavernas dos primeiros homens). As primeiras civilizações denominaram os Asterismos e a sua diferenciação com o conceito com Constelação era inexistente. Os primeiros homens repararam na permanência do céu nocturno e na estabilidade e tranquilidade que este trazia à terra - pensaram tratar-se de representações dos seus inúmeros deuses e heróis. Assim, era preciso prestar homenagem aos mesmos e estudar as suas manifestações. Para estas civilizações, os eclipses e os cometas eram sempre um prenúncio de desgraça porque se quebrava a ordem universal do firmamento e a composição da espinha dorsal da noite. Descobriram, também, o movimento de estrelas errantes ou de 'vagabundos' - os planetas.

Pintura rupestre datada de há 15 000 anos em Lascaux, sul de França. Encontra-se representado um Touro e um asterismo à sua direita, que tem a conformação das Plêiades. Curiosamente, este touro encontra-se em relação às 'Plêiades' na mesma posição que a constelação do Touro e as Plêiades ocupam no céu. Coincidência? Ou prova de que as constelações são bem mais antigas do que o que se pensava? (Fonte: International Astronomical Union)
Mas foi na permanência da ordem das coisas, no profundo céu, que descobriram a concepção de algo superior e divino. Elaboraram os primeiros calendários solares ou lunares e descobriram a noção do tempo através dos equinócios e dos solstícios. Os pontos mais alto, mais baixo e intermédios na altura do sol do céu. Quando adoptaram uma vida sedentária, passaram a associar o nascimento de uma estrela ou o seu ocaso com as cheias fluviais (e.g. o caso da estrela Sírio no Antigo Egipto), e com o tempo das colheitas ou das sementeiras. O nome 'Astronomia' deriva mesmo desses tempos antigos - embora seja de origem grega clássica - Astéri + nómos: αστέρι + νόμος, as leis das estrelas. Na vida dos primeiros homens, dificilmente arranjar-se-ia melhor definição para o que hoje é a ciência. Num mundo pré-clássico em que a diferença entre a vida e a morte, a paz e a guerra, uma boa colheita e a fome eram ténues. A Astronomia marcava a linha da riqueza e do conhecimento entre os povos, baseados na sua capacidade de realizar previsões. A subtil diferença entre barbárie e civilização.
As Pirâmides de Gizé são o apogeu arquitectónico do Egipto. Sem os conhecimentos de Astronomia, a civilização egípcia, tal como outras civilizações pré-clássicas, nunca poderiam ter chegado ao seu nível de excelência sem dominar a previsão (com precisão) do tempo e das colheitas. Um conceito simples mas indispensável na vida dos primeiros homens sedentários, que procuravam a compreensão do meio que os envolvia - e a própria estabilidade política e da Civilização. (Fonte: Wikimedia)
domingo, 13 de julho de 2008
Vega
Constelação da Lira, com Alpha Lyrae assinalada. (Fonte: Wikipedia)
Vega observada pelo Telescópio Espacial Spitzer da NASA. (Fonte: Space Telescope Spitzer Database)

Triângulo de Verão (Fonte: Autoria do Blog)
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Magnitude Relativa ou Aparente » é a magnitude de uma estrela ou outro corpo celeste na abóbada celeste. Foi um conceito desenvolvido e trabalhado por Hiparco, na Grécia antiga. Destaca-se do conceito magnitude absoluta, cujo conceito assenta na comparação do brilho dos corpos celestes a uma distância padronizada de 10 parsecs, sendo que cada objecto para a magnitude aparente é catalogado de acordo com a intensidade de brilho que provém do mesmo para um observador terrestre. Na prática, magnitude aparente corresponde ao brilho que associamos a determinado objecto quando o observamos no firmamento.